O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul decidiu anular o impeachment do primeiro-ministro Han Duck-soo, restabelecendo seus poderes como presidente interino. Han havia assumido a presidência interina em dezembro de 2024, após o afastamento de Yoon Suk-yeol, mas foi destituído pelo Parlamento devido à sua recusa em nomear três juízes para o Tribunal Constitucional.
O impeachment foi rejeitado por uma maioria de 5 votos a 1, de um total de 8 juízes do tribunal. A decisão considerou que a ação do Parlamento foi excessiva, o que resultou no retorno de Han ao cargo de primeiro-ministro. Com isso, o governo sul-coreano passou a viver uma nova fase política, após a reviravolta judicial.
A crise política teve início em dezembro de 2024, quando o presidente interino Yoon Suk-yeol decretou a lei marcial. O Parlamento considerou o decreto como inconstitucional e ilegal, alegando que não havia cumprido os requisitos necessários para sua implementação. Esse cenário desencadeou uma série de acontecimentos que culminaram nas mudanças no comando do país.