A história de uma jovem ucraniana com nanismo, adotada por um casal americano em 2010, ganhou destaque após ser retratada em produções audiovisuais. Inicialmente, acreditava-se que ela tinha seis anos, mas questões sobre sua idade real e comportamento levaram a uma mudança judicial, que a envelheceu para 22 anos em 2012. Anos depois, exames comprovaram que ela era mais jovem do que o declarado, levantando dúvidas sobre as motivações por trás da alteração.
Após ser deixada nos EUA enquanto a família adotiva se mudava para o Canadá, a jovem foi acolhida por outro casal, que também enfrentou acusações de maus-tratos. Relatos de restrições ao uso da internet e violência física surgiram, embora os responsáveis tenham defendido sua conduta. A situação chamou a atenção do público e da mídia, especialmente após a exibição de um documentário e uma série baseada no caso.
Atualmente, a jovem vive com uma nova família, que a apoia em sua busca por independência e reconstrução de sua narrativa. Em entrevista, ela negou as acusações anteriores e expressou o desejo de controlar sua própria história. O caso continua a gerar discussões sobre adoção, responsabilidade e a complexidade de histórias reais retratadas na mídia.