Durante a pandemia de Covid-19, os testes rápidos, como os de fluxo lateral, se tornaram uma parte comum da rotina de muitas pessoas. Com a diminuição da necessidade de testar para o vírus, esses testes estão se tornando mais versáteis e sendo utilizados para detectar outras condições de saúde. A Boots UK, por exemplo, lançou recentemente testes de picada no dedo para medir níveis de vitamina D, ferro e colesterol no sangue, além de um teste para a influenza.
A evolução dos testes rápidos também se estende a áreas como o diagnóstico de derrames. No momento, estão sendo realizados testes clínicos para o uso de testes rápidos de fluxo lateral na detecção de derrames, prometendo diagnósticos mais rápidos e precisos. Além disso, os tipos de amostras que podem ser usadas nesses testes estão se expandindo, indo além do sangue para incluir suores de dedos, água de rios e até vômitos de gatos.
O avanço desses testes levanta a questão de como a tecnologia de diagnóstico rápido pode ser cada vez mais acessível e eficaz no combate a diversas doenças. A inovação está permitindo que mais condições sejam identificadas de forma rápida e com uma variedade crescente de amostras, ampliando as possibilidades de uso dos testes em diferentes cenários médicos.