Um terremoto de magnitude 7,7 atingiu o sudoeste da Ásia nesta sexta-feira (28/3), deixando um rastro de destruição em Mianmar e Tailândia. Em Mianmar, as autoridades confirmaram 1.002 mortos, 2.376 feridos e 30 desaparecidos, enquanto na Tailândia, pelo menos seis pessoas morreram e 26 ficaram feridas após o desabamento de um arranha-céu em Bangcoc. O tremor foi seguido por um abalo secundário de 6,4 de magnitude, e seis regiões declararam estado de emergência. Cidades como Mandalay e Naipidau registraram edifícios destruídos, incluindo um grande mosteiro, e equipes de resgate trabalham para retirar vítimas dos escombros.
A comunidade internacional mobilizou-se para auxiliar os países afetados. A Rússia enviou 120 socorristas, anestesistas e unidades caninas, enquanto a Índia disponibilizou equipes médicas, suprimentos e alimentos. A Malásia anunciou o envio de 50 profissionais para ajudar nas áreas mais críticas, e as Nações Unidas liberaram US$ 5 milhões para os esforços iniciais de socorro. Hong Kong e Taiwan também se prepararam para enviar equipes de resgate, incluindo médicos, enfermeiros e cães treinados.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o país participará da resposta humanitária, embora especialistas expressem preocupação com os cortes recentes na assistência externa. Enquanto isso, as áreas mais afetadas enfrentam escassez de sangue e necessidade urgente de suprimentos. A tragédia destacou a vulnerabilidade da região a desastres naturais e a importância da cooperação global em crises humanitárias.