O governo federal indicou um nome para o Conselho Fiscal da Eletrobrás após duas tentativas anteriores não concretizadas. A indicação, defendida desde o início do atual mandato, ainda depende de aprovação pelos acionistas em assembleia marcada para 29 de abril. Além disso, foram propostos outros três nomes para o Conselho de Administração, em uma movimentação que amplia a influência do governo na empresa.
O indicado, que já ocupou cargos ministeriais em gestões anteriores, receberá um salário mensal de R$ 12.600. A nomeação é vista como uma forma de reconhecimento por sua atuação passada, embora tenha enfrentado obstáculos em tentativas anteriores de assumir posições em outras estatais e na equipe econômica.
A indicação só foi possível após um acordo que aumentou a participação do governo na Eletrobrás. O processo ocorre em um contexto de revisão de decisões judiciais anteriores envolvendo o indicado, que já foi inabilitado para cargos públicos, mas teve a restrição anulada recentemente. O caso ainda pode gerar debates no mercado e entre acionistas.