O líder venezuelano criticou publicamente um diplomata americano, chamando-o de “imbecil” durante um evento nesta quinta-feira (27). A declaração foi uma resposta a advertências sobre possíveis consequências caso a Venezuela avançasse em suas reivindicações territoriais sobre a Guiana. O político venezuelano destacou o histórico de seu país como “terra dos libertadores” e acusou o diplomata de fazer parte de uma “elite corrupta” que despreza a Venezuela.
O conflito envolve a região do Essequibo, rica em petróleo e que corresponde a dois terços do território guianense. O diplomata americano, em viagem pelo Caribe, havia expressado apoio à Guiana, sugerindo que medidas militares poderiam ser tomadas se necessário. O Secretário de Estado dos EUA também alertou que um ataque à Guiana traria graves repercussões para a Venezuela.
A disputa histórica pelo Essequibo permanece um ponto de tensão na região, com ambos os lados reforçando suas posições. Enquanto a Venezuela reivindica a área como parte de seu território, a Guiana conta com o respaldo internacional, incluindo os EUA, para manter sua soberania. O impasse segue sem resolução, alimentando discursos inflamados de ambos os lados.