O governo dos Estados Unidos decidiu suspender a transferência de informações de segurança para a Ucrânia, afetando diretamente a capacidade do país de se defender contra os ataques russos. A decisão, que impacta especialmente o uso de satélites americanos para detectar ofensivas aéreas russas, é um golpe significativo para a Ucrânia, que depende desse apoio para sua defesa. Além disso, o governo de Donald Trump já havia anunciado anteriormente a suspensão de ajuda militar à Ucrânia, o que agrava ainda mais a situação.
Em uma tentativa de reaproximar-se dos Estados Unidos, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky tem feito elogios a Trump e se oferecido para negociar um cessar-fogo sob sua liderança. Zelensky também manifestou interesse em permitir que empresas americanas explorem minerais raros na Ucrânia, buscando uma forma de reverter a interrupção no apoio dos EUA. A situação se agrava com a postura do Kremlin, que elogiou a decisão de Trump, considerando-a uma contribuição positiva para a paz.
Enquanto isso, a Europa busca alternativas para reforçar sua própria defesa. O presidente francês, Emmanuel Macron, alertou que a Rússia continua a ser uma ameaça para o continente e enfatizou a necessidade de os países europeus estarem preparados para uma possível diminuição do apoio dos Estados Unidos. Ele também anunciou planos para aumentar o efetivo militar francês nos próximos anos, enquanto a União Europeia discute novos investimentos para garantir sua segurança e reduzir a dependência de ajuda externa.