Um novo levantamento aponta que quase metade dos profissionais consideraria pedir demissão se fossem obrigados a retornar ao escritório em tempo integral. A pesquisa destaca que 48% dos entrevistados não aceitariam a imposição do trabalho presencial sem flexibilidade, com as mulheres demonstrando maior resistência (58%) em comparação aos homens (42%). O dado reflete um cenário de tensão no mercado, onde empresas que insistem em políticas rígidas podem enfrentar desafios para reter talentos.
Text: O estudo também revela que cerca de 75% dos trabalhadores preferem um modelo híbrido, equilibrando dias remotos e presenciais. Essa preferência indica uma mudança significativa nas expectativas dos profissionais pós-pandemia, com muitos valorizando a autonomia e o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Empregadores que ignoram essa tendência correm o risco de perder colaboradores-chave para concorrentes mais flexíveis.
Text: A pesquisa serve como um alerta para as organizações que planejam implementar políticas de retorno ao escritório sem consultar suas equipes. Em um mercado competitivo, a flexibilidade pode ser decisiva para atrair e reter profissionais qualificados. A resistência aos modelos ultrapassados sugere que o futuro do trabalho deve priorizar o diálogo e a adaptação às necessidades dos funcionários.