O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu as datas para julgar os 34 denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito sobre alegações de desestabilização do processo eleitoral. Os casos foram divididos em cinco núcleos, cada um com acusações específicas, como disseminação de informações falsas e organização de ações para questionar a credibilidade das urnas eletrônicas. O julgamento do último núcleo, que inclui um empresário ainda no exterior, aguarda marcação.
Os núcleos serão analisados entre março e maio, com destaque para o primeiro grupo, cujo julgamento ocorrerá nos dias 25 e 26 de março. Entre as acusações estão a suposta articulação para deslegitimar o sistema eleitoral e a coordenação de ações táticas. Os demais núcleos envolvem desde militares até assessores, com pautas separadas conforme as atribuições atribuídas pela PGR.
O caso tem repercussão nacional devido ao seu contexto político e à natureza das acusações. O STF segue o rito processual, garantindo o direito de defesa a todos os envolvidos. A expectativa é que as decisões ajudem a esclarecer os fatos e reforcem a transparência do sistema eleitoral brasileiro.