O sistema eleitoral brasileiro foi destacado em um decreto assinado pelo governo dos Estados Unidos como um modelo positivo em segurança e eficiência. O documento menciona especificamente o uso da biometria e a vinculação de dados biométricos para identificação dos eleitores, práticas adotadas pelo Brasil e por outros países, como a Índia. Em contraste, os EUA ainda dependem majoritariamente de autodeclaração para verificar a cidadania dos votantes.
A nova ordem executiva tem como objetivo reforçar a checagem da cidadania, impedindo que estrangeiros participem das eleições americanas. Para isso, órgãos federais, como os departamentos de Segurança Interna e de Estado, poderão compartilhar dados com os estados para confirmar a elegibilidade dos eleitores. Entre os documentos válidos para comprovação estão passaporte, identidade oficial ou identificação militar.
O texto ressalta que os Estados Unidos estão atrás de outras nações, incluindo algumas em desenvolvimento, na implementação de medidas básicas de segurança eleitoral. A referência ao Brasil reforça a reputação internacional do sistema eleitoral do país, reconhecido por sua agilidade na apuração e pela adoção de tecnologias como a biometria.