Em discurso no Plenário, um senador negou a existência de uma tentativa de golpe de Estado supostamente patrocinada por um ex-presidente. Ele afirmou que muitos políticos deveriam “lavar a boca” antes de criticar o ex-mandatário, usando linguagem inflamada para sugerir que há irregularidades não investigadas entre outros líderes. Além disso, o parlamentar defendeu penas mais duras para crimes de corrupção, como a prisão perpétua para desvio de recursos públicos.
O senador também criticou o julgamento do ex-presidente, classificando-o como político e injusto, devido à indicação de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal pelo atual governo. Ele argumentou que a decisão poderia paralisar o país e mencionou que outros condenados por crimes semelhantes teriam recebido tratamentos mais brandos. Suas declarações incluíram ataques ao sistema judiciário, que ele descreveu como “imundo”.
Por fim, o parlamentar questionou a severidade das penas aplicadas aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro de 2023, comparando-as a condenações por corrupção que, segundo ele, resultam em liberdade rápida. O discurso refletiu insatisfação com a atual política e o judiciário, sem apresentar provas concretas para as acusações. O tom foi marcado por polarização e críticas generalizadas às instituições.