Um bacharel em direito foi condenado, pela segunda vez, a 17 anos de prisão em regime fechado pelo homicídio de sua ex-namorada, ocorrido em 2014. O crime, que envolveu um disparo no rosto da vítima, resultou em sua morte dias depois. A primeira condenação, de 2018, foi anulada devido a um erro processual, mas o novo júri, realizado em João Pessoa, manteve a mesma pena.
A vítima, natural de Cajazeiras, foi atingida dentro de seu apartamento na capital paraibana e faleceu após dias internada. O acusado, preso após se apresentar à polícia, já tinha histórico de violência contra mulheres, conforme informado pelas autoridades. O caso chamou atenção pela gravidade e pelas circunstâncias em que ocorreu.
O Ministério Público da Paraíba destacou que a anulação do primeiro júri se deu por falha na intimação da defesa, invalidando todas as etapas subsequentes. A vítima deixou uma filha, e o caso segue como um exemplo da luta contra a violência de gênero. A decisão judicial reforça a importância do rigor processual para garantir a justiça.