Na quarta-feira, Rússia e Ucrânia anunciaram a troca de 175 prisioneiros de guerra, após uma ligação telefônica entre os presidentes dos EUA e da Rússia, discutindo o acordo. A Rússia também devolveu 22 prisioneiros ucranianos gravemente feridos, que necessitavam de cuidados médicos urgentes, como parte de um gesto de boa vontade, conforme afirmado pelo Ministério da Defesa russo.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, descreveu a troca como uma das maiores do tipo, destacando que os prisioneiros estavam entre os mais afetados pela guerra. Segundo Zelenskiy, os ucranianos seriam combatentes gravemente feridos e pessoas perseguidas por acusações falsas. Ele garantiu que todos os libertados receberiam assistência médica e psicológica imediatamente.
A mediação da troca foi facilitada pelos Emirados Árabes Unidos, que desempenharam um papel humanitário nas negociações. O Ministério da Defesa da Rússia também informou que os prisioneiros russos libertados passaram por cuidados médicos e psicológicos na Bielorrússia antes de serem enviados para a Rússia para tratamento adicional.