Restos mortais encontrados em um rio na Califórnia em 1995 foram finalmente identificados como pertencentes a uma jovem de 13 anos que desapareceu em Nova York em 1975. O anúncio foi feito pelo Gabinete do Xerife do Condado de Santa Cruz, que utilizou avançados testes de DNA e genealogia genética para resolver o caso. Os exames revelaram que a falecida nasceu na década de 1960 e morreu entre 1977 e 1984, mas as circunstâncias de sua morte e como chegou à Califórnia ainda são desconhecidas.
O caso foi reaberto em 2019, e novas técnicas forenses, incluindo datação por carbono e análises de DNA pela empresa Othram, permitiram a identificação. A colaboração entre autoridades e especialistas em genética foi crucial para conectar os restos mortais à família da jovem, que a procurava há décadas. As irmãs e o irmão da vítima distribuíram fotos dela em Manhattan, na esperança de encontrá-la viva.
O gabinete do xerife expressou gratidão por poder oferecer respostas à família após tanto tempo. Embora o caso tenha sido solucionado, muitas perguntas permanecem sobre os eventos que levaram ao desaparecimento e à morte da adolescente. A identificação marca o fim de uma longa busca por justiça e clareza, destacando o papel da ciência forense na resolução de casos antigos.