Equipes de resgate trabalharam incansavelmente durante a segunda noite em busca de sobreviventes do terremoto devastador que atingiu Mianmar. O abalo, de magnitude 7.7, já deixou pelo menos 1.644 mortos e milhares de feridos, com edifícios reduzidos a escombros e comunidades inteiras destruídas. Com equipamentos limitados e, em muitos casos, apenas as mãos, os socorristas enfrentam condições extremas para localizar e salvar vítimas presas sob os destroços.
Em meio à tragédia, histórias de esperança surgem, como a de uma mulher resgatada com vida após 30 horas presa nos escombros. Esse tipo de sobrevivência, embora raro, tem motivado as equipes a continuarem os esforços, mesmo diante do cenário desolador. A falta de infraestrutura e recursos adequados, no entanto, dificulta a operação, aumentando o desafio para os socorristas.
O terremoto, um dos mais graves da história recente do país, expôs a vulnerabilidade da região a desastres naturais e a necessidade de reforçar medidas de prevenção e resposta. Enquanto as buscas continuam, a comunidade internacional começa a mobilizar ajuda humanitária, mas o caminho para a recuperação ainda é longo e incerto.