O aeroporto JFK de Nova York está passando por uma grande reforma, com investimentos de 19 bilhões de dólares (R$ 108 bilhões) para modernizar suas instalações, incluindo novos terminais, pontes e estradas. O objetivo é atender ao aumento de passageiros e preparar o aeroporto para eventos futuros, como a Copa do Mundo de 2026. O projeto é considerado um dos mais complexos já realizados nos Estados Unidos, com um grande número de contratantes e um alto volume de passageiros, o que exige uma gestão eficiente e coordenação entre várias partes.
A Autoridade Portuária de Nova York-Nova Jersey (PANYNJ) lidera o projeto e supervisiona a rede de contratantes e consórcios privados, que garantem um financiamento sem depender de recursos públicos federais. O maior desafio está na construção do novo Terminal 1, uma megaestrutura de 232.000 metros quadrados, financiada por uma parceria público-privada e um empréstimo bancário de 6,5 bilhões de dólares. O objetivo é garantir que o aeroporto atenda às demandas do futuro sem impactos políticos adversos, uma vez que o projeto não depende de verba pública.
Apesar da escala e complexidade do projeto, há preocupações ambientais relacionadas ao impacto da aviação nas emissões de carbono. No entanto, a administração do projeto busca mitigar esses impactos com ações como a utilização de veículos elétricos e a instalação de um grande sistema de energia solar. Mesmo com essas medidas, ativistas ambientais levantam críticas quanto à sustentabilidade de aeroportos em um contexto global de alta emissão de gases de efeito estufa.