O líder do Reform UK encerrou uma disputa judicial com o NatWest Group, quase dois anos após o banco ter fechado suas contas. O caso ganhou destaque na mídia e levou à renúncia da então CEO do grupo bancário, que admitiu ter sido a fonte de informações imprecisas divulgadas pela BBC sobre os motivos do encerramento das contas. A executiva pediu desculpas publicamente pelo ocorrido, marcando um dos episódios mais controversos envolvendo instituições financeiras e figuras políticas no Reino Unido.
O fechamento das contas foi inicialmente atribuído a questões relacionadas às visões políticas do líder do Reform UK, levantando debates sobre liberdade de expressão e discriminação no setor bancário. A situação escalou quando detalhes internos vazaram para a imprensa, expondo falhas no tratamento de clientes com perfis políticos controversos. O banco, por sua vez, enfrentou críticas por sua transparência e critérios de compliance.
O acordo encerra um capítulo turbulento para ambas as partes, evitando um prolongado embate judicial. O caso serviu como um alerta para o setor financeiro sobre os riscos de associar decisões comerciais a posicionamentos políticos, especialmente em um contexto de crescente polarização. A resolução também reforça a importância de protocolos claros e imparciais na relação entre bancos e clientes.