A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC) expressou indignação após a morte de oito profissionais de saúde em serviço na Faixa de Gaza. Em comunicado, a organização afirmou estar “devastada” com as mortes, que ocorreram durante um ataque a veículos suspeitos, posteriormente identificados como ambulâncias. Os médicos eram membros da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS), que atuam em meio ao conflito na região.
O secretário-geral da IFRC classificou a notícia como “de partir o coração”, destacando o papel crucial dos profissionais de saúde em zonas de guerra. A entidade reforçou a necessidade de proteger trabalhadores humanitários, conforme previsto pelo direito internacional. O incidente ocorreu em um contexto de escalada de violência na região, onde civis e equipes médicas têm enfrentado riscos crescentes.
Autoridades locais relataram que os veículos foram atingidos durante operações militares, mas as circunstâncias exatas ainda estão sob investigação. A IFRC pediu respeito às leis humanitárias e garantias de segurança para quem presta auxílio em áreas de conflito. O caso reacendeu debates sobre a proteção de civis e a atuação de organizações neutras em meio a confrontos armados.