O presidente da Rússia, Vladimir Putin, fez sua primeira visita à região de Kursk, no oeste da Rússia, desde que forças ucranianas ocuparam parte do território. Durante a visita, Putin esteve em um centro de controle militar e recebeu um relatório do chefe das forças russas, Valery Gerasimov, que afirmou que as tropas ucranianas na região estavam cercadas. Gerasimov também afirmou que a destruição das forças ucranianas estava em andamento.
Em suas declarações, Putin ressaltou a importância de retomar completamente a região de Kursk das mãos ucranianas, enfatizando a necessidade de agir rapidamente. Ele também abordou o tratamento dos soldados ucranianos capturados, considerando-os como terroristas, principalmente aqueles envolvidos em ataques contra civis e as forças armadas russas na área.
Além disso, Putin deixou claro que a Rússia não pretende aplicar as Convenções de Genebra aos estrangeiros que lutam ao lado da Ucrânia. Esse posicionamento reflete a postura rígida do governo russo em relação aos combatentes estrangeiros que participam do conflito, reiterando a diferenciação no tratamento de prisioneiros de guerra, de acordo com a narrativa oficial do Kremlin.