Manifestantes em vários países, incluindo Austrália, Europa e Estados Unidos, saíram às ruas no sábado para protestar contra as ações de um bilionário e suas alegadas tentativas de enfraquecer o governo federal norte-americano. Os atos ocorreram em frente a concessionárias da montadora de veículos elétricos Tesla, visando pressionar financeiramente a empresa, cujo CEO é alvo das críticas. Os organizadores pediram ao público que evitasse comprar veículos da marca, vendesse ações da companhia e se unisse ao movimento de boicote.
Os protestos foram coordenados em múltiplas cidades, refletindo uma insatisfação crescente com a influência de figuras poderosas na política e nas estruturas governamentais. Embora o foco tenha sido a Tesla, as manifestações também levantaram questões mais amplas sobre o papel de grandes fortunas na democracia. A mobilização global sugere uma preocupação compartilhada por cidadãos de diferentes nacionalidades.
A repercussão dos atos destacou a tensão entre o poder econômico e a participação popular na definição de políticas públicas. A estratégia de atingir os interesses comerciais do bilionário buscou chamar atenção para as consequências de seu envolvimento em decisões políticas. O movimento, no entanto, evitou ataques pessoais, mantendo o foco em debates estruturais e no impacto dessas ações na sociedade.