O presidente russo sugeriu que a ONU assumisse temporariamente o governo da Ucrânia e convocasse eleições, argumentando que isso poderia facilitar um acordo de paz. No entanto, o secretário-geral da ONU respondeu que o país já possui um governo legítimo, reconhecido internacionalmente, e que qualquer decisão deve respeitar sua soberania. A proposta foi vista com ceticismo por líderes ocidentais, que a consideraram uma tentativa de minar a autoridade do atual governo ucraniano.
Em meio ao conflito, o Parlamento da Ucrânia prorrogou o mandato do presidente, afirmando que eleições em tempo de guerra seriam inviáveis. O líder ucraniano classificou a sugestão russa como absurda e uma estratégia para atrasar negociações de paz, reiterando que a soberania do país não está em discussão. A resposta reforçou a posição de que a Ucrânia não aceitará condições impostas pela Rússia.
Enquanto isso, líderes europeus reunidos em Paris prometeram ampliar o apoio militar à Ucrânia, destacando a necessidade de fortalecer sua defesa para garantir a segurança continental. As declarações contrastam com as condições apresentadas pela Rússia para um cessar-fogo, consideradas irrealistas pela Ucrânia e seus aliados. O impasse persiste, com poucas perspectivas de avanço nas negociações no curto prazo.