Em um discurso recente para o Congresso dos EUA, o presidente abordou o tema do autismo de maneira inesperada, desviando-se de seus tópicos habituais. Suas declarações, consideradas por alguns como infundadas, levantaram preocupações entre profissionais de saúde e defensores de direitos, que temem o impacto de teorias não comprovadas no acesso a tratamentos e no estigma enfrentado por crianças com autismo.
A fala do presidente, que durou mais de uma hora e meia, trouxe à tona debates sobre a disseminação de informações sem base científica e seus possíveis efeitos negativos. Especialistas destacam que discursos públicos sobre saúde devem ser pautados por evidências, já que teorias equivocadas podem influenciar políticas públicas e a percepção da sociedade.
O episódio reacendeu discussões sobre a responsabilidade de líderes ao abordar temas sensíveis, como condições de saúde. Defensores da causa pedem cautela para evitar que afirmações controversas prejudiquem avanços no cuidado e na inclusão de pessoas com autismo, um grupo que já enfrenta desafios significativos.