O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em 18 de março de 2025 a liberação de mais 1.123 documentos relacionados ao assassinato de John F. Kennedy, ocorrido em 22 de novembro de 1963. A divulgação é parte de um compromisso de campanha e ocorre em conformidade com uma legislação que exige a liberação pública de arquivos sobre o caso, com exceção de informações que possam prejudicar a segurança nacional ou as relações exteriores. Com essa liberação, o total de documentos divulgados sobe para 73.171, após publicações anteriores em 2017, 2021, 2022 e 2023.
Os novos registros incluem detalhes sobre Lee Harvey Oswald, principal suspeito do assassinato, suas atividades em Helsinque e suas possíveis conexões com Cuba, além de teorias conspiratórias envolvendo o governo cubano e a CIA. Em 1964, a Comissão Warren concluiu que Oswald agiu sozinho, embora essa versão seja questionada por diversos teóricos e parte do público. Uma das teorias populares sugere que a morte de Kennedy teria sido orquestrada por agentes cubanos ou até mesmo por figuras do governo dos EUA.
As investigações sobre o caso continuam a suscitar debates, apesar das conclusões oficiais. A publicação dos documentos visam esclarecer pontos obscuros, incluindo os motivos por trás do assassinato e os possíveis envolvidos. Embora a versão oficial aponte Oswald como o responsável, diversas hipóteses alternativas ainda circulam, alimentando especulações sobre os reais responsáveis pela morte do 35º presidente dos EUA.