Durante coletiva no Japão, o atual presidente do Brasil afirmou que um ex-presidente, agora réu por tentativa de golpe de Estado, deve “cair na realidade” e aceitar as consequências legais, caso seja comprovada sua culpa. Ele destacou que o processo, movido pela Procuradoria-Geral da República e aceito pelo Supremo Tribunal Federal, segue com base em investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, incluindo depoimentos e delações. O presidente também criticou pedidos de anistia antes do julgamento, argumentando que isso equivaleria a uma admissão de culpa.
O texto menciona ainda alegações de ameaças contra autoridades durante o governo anterior, incluindo o atual presidente e outras figuras públicas. Ele ressaltou que o caso está sendo conduzido com base em provas e que a justiça deve ser aplicada de forma imparcial, independentemente do resultado. Enquanto isso, o ex-presidente envolvido no processo nega as acusações, afirma perseguição política e mantém críticas ao sistema eleitoral.
Por fim, o presidente relembrou sua própria experiência com processos judiciais, defendendo o direito à presunção de inocência e afirmando esperar que o caso seja resolvido com justiça. O ex-presidente, por sua vez, continua a contestar publicamente as acusações e a atacar instituições judiciais. O texto mantém um tom equilibrado, focando nos procedimentos legais e nas declarações oficiais, sem tomar partido.