O prefeito de Istambul, Ekrem İmamoğlu, foi preso preventivamente em uma decisão de um tribunal da cidade, sob acusação de envolvimento em uma organização criminosa, corrupção e outros crimes relacionados ao seu cargo. A prisão aconteceu no mesmo dia em que o prefeito estava prestes a receber a nomeação de seu partido para disputar a presidência do país.
Além de İmamoğlu, dezenas de seus colaboradores e oficiais municipais também foram detidos no âmbito da investigação. As acusações incluem corrupção, abuso de poder e suborno, que estariam sendo praticados por membros da administração da cidade. A ação ocorre em um contexto tenso entre o prefeito e o presidente em exercício, o que gera especulações sobre motivações políticas.
A prisão preventiva de İmamoğlu e de seus aliados ocorre em um momento crítico para as eleições presidenciais e tem gerado ampla repercussão. Críticos apontam que as acusações podem ter um caráter político, enquanto defensores do prefeito alegam que se trata de uma tentativa de silenciá-lo e impedir sua candidatura à presidência.