Fuad Noman, prefeito de Belo Horizonte pelo PSD, faleceu aos 77 anos nesta quarta-feira (26), após sofrer uma parada cardiorrespiratória e complicações de uma insuficiência renal aguda. O político lutava contra um Linfoma não Hodgkin e estava internado desde janeiro. Sua trajetória foi marcada por décadas de dedicação ao serviço público, com passagens em esferas municipal, estadual e federal, onde se destacou por sua competência e integridade.
Autoridades de diversos setores manifestaram pesar pela morte de Fuad. O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, destacaram seu compromisso com o bem comum e sua liderança à frente da capital mineira. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembrou da colaboração entre a prefeitura e o governo federal, enquanto Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais, expressou solidariedade à família e à população de Belo Horizonte.
Reconhecido como um gestor exemplar, Fuad Noman deixou um legado respeitável na administração pública. Figuras como o ministro Alexandre Silveira e o presidente da Câmara, Hugo Motta, enfatizaram sua serenidade, integridade e dedicação à família e à cidade. Sua morte é lamentada não apenas como uma perda política, mas também como a partida de um torcedor ilustre do Atlético Mineiro e um homem que dedicou a vida ao desenvolvimento de Belo Horizonte.