A frota de ônibus de Goiânia passará por uma renovação completa, com a adição de 300 novos veículos, totalizando 1,5 mil ônibus na capital. Todos os modelos serão equipados com ar-condicionado e utilizarão diferentes fontes de energia, como eletricidade, biometano ou diesel no padrão Euro 6, menos poluente. A expectativa é que o custo total do projeto chegue a R$ 2 bilhões, com maior parte dos recursos vindo de investimentos privados.
Além da frota, a estrutura de terminais e pontos de ônibus também será modernizada, com a reforma ou substituição de 7 mil paradas na Região Metropolitana. Cinco terminais do Eixo Anhanguera devem ser entregues até dezembro, e as cinco estações restantes, das 18 previstas, serão concluídas até meados do ano. O governo também planeja ajustar rotas e criar novas linhas, baseado em um estudo operacional detalhado.
A descarbonização é uma prioridade, mas a aquisição de ônibus elétricos foi reduzida de 150 para 62 veículos devido ao alto custo e desafios no descarte de baterias. O biometano, produzido no estado, surgiu como alternativa viável, aproveitando tecnologia nacional. Até o fim de 2024, 900 ônibus devem estar em circulação, e os 600 restantes serão entregues no primeiro semestre de 2025.