A Petrobras firmou um contrato emergencial com a Azul Linhas Aéreas para garantir a continuidade das operações na Unidade da Amazônia. A medida foi necessária após a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspender o Certificado de Operador Aéreo (COA) da Voepass/Map, interrompendo seus voos. A escolha pela Azul se deveu à sua qualificação prévia no Programa de Excelência Operacional da Petrobras, que avalia segurança e logística.
A Anac determinou a suspensão cautelar das operações da Voepass no dia 11 de março, exigindo a correção de não conformidades em seus sistemas de gestão. A empresa, que operava com seis aeronaves em 17 destinos, está sob fiscalização desde um acidente aéreo ocorrido em agosto do ano passado, que resultou em 62 mortes. A Petrobras reforçou seu compromisso com a segurança e integridade das operações aéreas em comunicado oficial.
A Azul assume temporariamente os voos que eram realizados pela Voepass, assegurando a logística da Petrobras na região amazônica. A estatal destacou que a decisão priorizou critérios técnicos e de segurança, alinhados às suas políticas operacionais. Enquanto isso, a Voepass permanece suspensa até resolver as irregularidades apontadas pela Anac.