Em uma virada surpreendente, a atual líder do Fantasy Premier League (FPL), jogo que simula a experiência de ser um técnico de futebol, não é uma especialista em dados ou tecnologia, mas uma participante que usa métodos tradicionais para montar seu time. Com milhões de competidores, a vitória dessa jogadora desafia a expectativa de que o sucesso no jogo dependa apenas de algoritmos e análise estatística avançada. Sua abordagem simples, baseada em caneta e papel, chamou a atenção da comunidade de entusiastas do FPL.
A jogadora, identificada apenas pelo apelido Ruby Reds, alcançou o topo da tabela de classificação, surpreendendo até os participantes mais dedicados. Muitos deles utilizam ferramentas digitais e modelos preditivos para tomar decisões, enquanto ela opta por uma estratégia mais intuitiva e manual. O feito rendeu-lhe status quase lendário entre os fãs do jogo, mostrando que métodos não convencionais também podem levar ao sucesso.
O caso destaca como o FPL, um jogo dominado por entusiastas de dados e estatísticas, ainda pode ser vencido por estratégias menos tecnológicas. A história serve como um lembrete de que, mesmo em ambientes altamente competitivos e baseados em números, a criatividade e a intuição ainda têm seu lugar. O jogo, que conta com 11,4 milhões de participantes, continua a surpreender com histórias como essa, que desafiam as convenções do mundo dos games de fantasia esportiva.