Uma empresa de pagamentos utilizada por pais para custear refeições escolares está enfrentando críticas por cobrar £10 para que os usuários retirem os saldos remanescentes de suas contas. O serviço, que era usado em 600 escolas no Reino Unido, encerrou suas operações no início deste mês após anunciar em fevereiro o fim das contas. A decisão deixou famílias insatisfeitas, já que muitos ainda tinham valores armazenados na plataforma.
A companhia, que não teve seu nome destacado em meio às reclamações, justificou a taxa como necessária para cobrir custos administrativos. No entanto, pais e responsáveis argumentam que a cobrança é abusiva, especialmente porque a descontinuação do serviço não foi uma escolha dos usuários. A situação levantou debates sobre a transparência e as práticas de empresas que lidam com fundos destinados a serviços essenciais, como alimentação escolar.
Especialistas em consumer rights alertam que casos como esse reforçam a necessidade de regulamentações mais claras para proteger os clientes em transições de mercado. Enquanto isso, as escolas afetadas estão orientando as famílias a buscarem alternativas para gerenciar os pagamentos das refeições, evitando prejuízos adicionais. O episódio serve como um alerta sobre os riscos de depender de plataformas terceirizadas para serviços críticos.