A presidente do Palmeiras afirmou que ainda não recebeu resposta da Fifa sobre as punições aplicadas pela Conmebol ao Cerro Porteño devido a ataques racistas durante partida da Libertadores Sub-20. Ela criticou as sanções como “ridículas” e insuficientes, destacando que o clube já havia se manifestado contra a decisão. Durante evento do Campeonato Paulista, ela também mencionou a visita de uma senadora paraguaia, que expressou preocupação com a falta de criminalização do racismo no Paraguai e disposição para mudar a legislação.
O caso ocorreu em 6 de março, quando jogadores do Palmeiras foram alvo de insultos racistas durante o jogo contra o Cerro Porteño. O atacante Luighi chegou a chorar em entrevista após a partida, evidenciando o impacto emocional do episódio. A Conmebol puniu o clube paraguaio com multa de US$ 50 mil, portões fechados em jogos da competição e uma campanha antirracismo nas redes sociais.
O Palmeiras emitiu nota repudiando as medidas, classificando-as como brandas e ineficazes para combater o racismo no futebol sul-americano. A presidente reforçou a necessidade de ações mais duras e afirmou que o clube continuará pressionando por justiça no caso. O assunto segue em aberto, aguardando posicionamento da Fifa.