Uma mulher de 54 anos foi presa em Jundiaí (SP) após ser acusada de injúria racial contra uma funcionária de uma distribuidora de energia durante uma operação de fiscalização. A ação, realizada pela CPFL Piratininga em parceria com a Polícia Civil, visava combater fraudes e ligações clandestinas de energia elétrica. A suspeita teria ofendido a trabalhadora ao se opor ao desligamento de sua ligação irregular, que foi detectada durante a inspeção.
Além da injúria racial, a mulher também responde por furto de energia por meio de ligação direta, prática que sobrecarrega a rede elétrica e coloca vidas em risco devido à possibilidade de acidentes. A CPFL destacou que as medições foram regularizadas e que os valores da energia desviada serão cobrados dos responsáveis. A empresa também afirmou que tem intensificado o uso de tecnologias, como inteligência artificial, para identificar fraudes com maior precisão.
A operação reforça os esforços para coibir crimes que prejudicam o sistema de distribuição e geram prejuízos financeiros. A CPFL alertou que tais irregularidades, além de ilegais, comprometem a segurança da população e a estabilidade do serviço. A prisão foi registrada em flagrante, e o caso segue sob investigação.