O texto começa com uma reflexão sobre o papel do capitão da seleção de críquete da Inglaterra, destacando seu desempenho e sua importância como líder da equipe ODI. Ao contrário de uma proteção excessiva, a análise sugere que ele é a escolha mais adequada para esse cargo, considerando sua influência no jogo e sua ligação com a estratégia moderna de Bazball.
Em seguida, a coluna aborda um tema mais leve, focado no aumento da popularidade do queijo cheddar de supermercado, especialmente aquele com cristais crocantes, explicando seu sabor e atratividade. Além disso, questiona se, de certa forma, a tendência crescente de sabores e texturas no mercado alimentício não estaria tornando todos os produtos mais semelhantes aos salgadinhos, como uma espécie de evolução gastronômica.
Por fim, o texto faz uma crítica à maneira como os árbitros de críquete vêm sendo retratados, especialmente no que se refere ao uso excessivo de expressões faciais em suas decisões. O autor faz uma analogia com a atuação de Michael Caine, sugerindo que seria interessante treinar árbitros, como Joel Wilson, para melhorar sua presença e comunicação no campo, tornando suas atitudes mais assertivas e claras durante os jogos.