A Nvidia anunciou recentemente novos processadores, incluindo uma família de chips que integra funções de GPU e CPU, com foco em atender à crescente demanda de inteligência artificial (IA). Jensen Huang, CEO da empresa, destacou a liderança da Nvidia no setor de chips para IA, embora tenha reconhecido a pressão que a empresa enfrenta após o lançamento de um chatbot desenvolvido pela DeepSeek, que promete menor consumo de energia e, consequentemente, menor necessidade de chips de IA. Huang afirmou que a quantidade de computação necessária para a IA autônoma é muito maior do que se imaginava, enfatizando a importância de sistemas rápidos e eficientes.
Durante a conferência anual de desenvolvedores, Huang anunciou novos chips, como o Blackwell Ultra, que será lançado no segundo semestre deste ano. Ele também destacou o novo software Dynamo, projetado para acelerar o raciocínio dos modelos de IA. A Nvidia busca consolidar seu mercado com inovações que possam oferecer respostas mais rápidas e inteligentes aos usuários, um aspecto crucial para a competitividade nesse setor. Além disso, a empresa revelou parcerias, como a colaboração com a General Motors na criação de carros autônomos.
Apesar das inovações, a resposta dos investidores foi negativa, com uma queda de 2,5% no valor das ações da Nvidia. A empresa, que experimentou um grande crescimento nos últimos anos, agora enfrenta desafios à medida que os mercados de IA mudam de treinamento para inferência, exigindo maior eficiência nos chips. Huang também anunciou a criação do modelo Isaac Gr00t N1 para acelerar o desenvolvimento de robôs humanoides, além de revelar que a próxima geração de microprocessadores, a ser lançada em 2028, será chamada Feyman.