Líderes internacionais criticaram a decisão do governo dos Estados Unidos de impor tarifas de 25% sobre veículos fabricados fora do país. O primeiro-ministro canadense e a presidente da Comissão Europeia expressaram descontentamento, embora tenham sinalizado abertura para negociações. A medida, adiada até 2 de abril, causou alívio temporário, mas preocupa a indústria automotiva, que já enfrentou aumentos similares em aço e alumínio no mês anterior.
A política tarifária deve avançar em abril, com a imposição de taxas recíprocas sobre todos os produtos importados pelos EUA, visando igualar as tarifas cobradas sobre bens americanos no exterior. Inicialmente apresentada como sem exceções, a proposta foi posteriormente descrita como “indulgente” pelo governo, que prometeu surpreender positivamente. A medida pode elevar custos para diversos setores, incluindo automotivo, aeroespacial e até embalagens de alimentos.
O impacto econômico das tarifas ainda é incerto, mas especialistas alertam para possíveis tensões comerciais e aumento de preços. Enquanto o governo defende a geração de empregos e receita, setores afetados aguardam detalhes sobre as exceções prometidas. A situação deve permanecer em evidência até a implementação definitiva em abril.