O presidente dos Estados Unidos afirmou, em entrevista durante um jogo de golfe na Flórida, que as novas tarifas de 25% sobre carros importados são permanentes e justificadas. Ele destacou que a medida visa incentivar a fabricação de veículos no país, alegando que os Estados Unidos foram “roubados” por décadas em acordos comerciais. A declaração foi feita na presença do presidente da Finlândia, mas sem mencionar possíveis impactos diplomáticos.
O anúncio das tarifas, previsto inicialmente para o Dia da Libertação (2 de abril), foi antecipado e já enfrenta críticas de líderes internacionais. O primeiro-ministro japonês e o canadense classificaram a medida como injustificada, com o último afirmando que a relação tradicional de cooperação econômica e segurança com os Estados Unidos está encerrada. Enquanto isso, o governo norte-americano não descarta completamente o uso de força militar em negociações sobre a Groenlândia, embora tenha sugerido que a anexação possa ocorrer pacificamente.
O texto também aborda um incidente de segurança envolvendo vazamentos de informações sobre operações militares, mas o presidente afirmou não pretender demitir os envolvidos. A medida tarifária reflete uma postura mais protecionista, que já havia sido sinalizada em ações anteriores, como a pressão sobre empresas europeias e a limitação da autonomia de museus norte-americanos. A situação deve ampliar as tensões comerciais globais, com repercussões ainda incertas.