A Segunda Guerra Mundial, encerrada há 80 anos, foi o conflito mais devastador da história, alterando profundamente o panorama econômico global. Antes da guerra, havia certo equilíbrio entre as potências, mas a entrada da União Soviética e dos Estados Unidos no conflito inclinou a balança a favor dos Aliados. Os EUA emergiram como a maior economia, enquanto Alemanha e Japão, apesar da derrota e da destruição, conseguiram se recuperar e manter posições de destaque no cenário mundial.
O pós-guerra também testemunhou a ascensão de novas potências, como China e Índia, que adotaram modelos econômicos eficientes para alcançar crescimento expressivo. Enquanto isso, nações outrora prósperas, como o Reino Unido e a Rússia, viram sua influência diminuir. Países que adotaram políticas populistas, como Argentina e Venezuela, sofreram declínios acentuados, contrastando com o sucesso de economias que investiram em educação e livre mercado, como Coreia do Sul e Singapura.
O Brasil, embora tenha avançado modestamente da 12ª para a 10ª posição, ainda depende fortemente do agronegócio, sem alcançar o mesmo desenvolvimento tecnológico e social de outras nações emergentes. O texto destaca como escolhas políticas e econômicas moldaram o destino das nações, com democracias e economias abertas tendendo a prosperar, enquanto regimes autoritários e políticas mal planejadas levaram ao declínio.