O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira que é possível observar uma desvalorização do dólar ainda este ano, mesmo que os juros nos Estados Unidos não recuem significativamente. Durante evento em São Paulo, ele destacou que esse cenário, se confirmado, poderia facilitar o trabalho do Banco Central no controle da inflação no Brasil. Haddad citou incertezas relacionadas às políticas econômicas do presidente dos EUA, Donald Trump, como um fator que poderia influenciar essa tendência.
O ministro não detalhou os mecanismos específicos que levariam à desvalorização da moeda americana, mas ressaltou que um dólar menos valorizado contribuiria para aliviar pressões inflacionárias no país. A declaração foi feita em um momento de atenção aos movimentos da política monetária global, especialmente diante das expectativas sobre as decisões do Federal Reserve, o banco central norte-americano.
A matéria, ainda em atualização, não traz projeções concretas sobre o impacto direto no Brasil, mas sugere que o governo está monitorando de perto os desdobramentos internacionais. A possível desvalorização do dólar seria um alívio para a economia brasileira, que enfrenta desafios como o custo de importações e a volatilidade cambial. O texto mantém um tom imparcial, evitando especulações ou juízos de valor sobre as figuras envolvidas.