O Ministério Público de Goiás (MPGO) intermediou uma reunião entre a Santa Casa de Misericórdia, a Secretaria Municipal de Saúde e outros órgãos para resolver o atraso nos repasses financeiros que levou à suspensão de atendimentos nas UTIs do hospital. O município deve apresentar uma proposta em breve para retomar os serviços imediatamente, além de se comprometer a regularizar os pagamentos mensais até o fim do convênio, em dezembro.
A inspeção realizada pelo MPGO constatou que a prefeitura deixou de repassar R$ 648 mil mensais desde setembro do ano passado, acumulando uma dívida de R$ 1,9 milhão em 2024. A falta de recursos impactou diretamente os leitos de UTI neonatal, pediátrica e adulta, limitando o atendimento a pacientes em estado grave.
Embora o município reconheça os atrasos, alega falta de recursos para quitar a dívida imediatamente. O promotor cobrou uma solução urgente para garantir o funcionamento das UTIs, essenciais para a população. A situação permanece sob acompanhamento, com expectativa de normalização nos próximos dias.