A minissérie britânica “Adolescência”, lançada pela Netflix em março, tem dominado discussões entre educadores, pais e profissionais de saúde mental. A produção aborda temas como masculinidade tóxica, uso excessivo de telas e, principalmente, bullying escolar, destacando a violência cometida por um dos personagens. A narrativa serve como um catalisador para conversas sobre desafios enfrentados por jovens, incentivando a reflexão sobre comportamentos e dinâmicas sociais.
Além de “Adolescência”, o texto apresenta uma lista de oito produções audiovisuais que também exploram o tema do bullying e suas consequências. Entre elas, estão filmes como “Depois de Lucía” e “Escritores da Liberdade”, que retratam histórias de humilhação e superação, e séries como “13 Reasons Why” e “Sex Education”, que abordam questões como saúde mental e educação sexual. Cada obra possui uma classificação indicativa, ajudando a guiar a escolha de acordo com a faixa etária do público.
A seleção destaca como narrativas audiovisuais podem ser ferramentas úteis para iniciar diálogos sobre temas sensíveis, especialmente com adolescentes. Produções como “Euphoria” e “A Lição” ampliam a discussão para aspectos como pressão estética e traumas psicológicos, enquanto outras, como “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, usam a fantasia para abordar o sofrimento causado pelo bullying. A variedade de abordagens reforça a importância de debater o assunto de forma crítica e consciente.