O matcha, versão em pó do chá verde, ganhou popularidade global nos últimos meses, impulsionado por sua aparência atraente e supostos benefícios à saúde. Produzido a partir de folhas de Camellia sinensis cultivadas à sombra, o matcha preserva altas concentrações de fitonutrientes, como clorofila, teanina, cafeína e catequinas, compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Estudos sugerem que seu consumo pode reduzir o estresse, melhorar a cognição e a qualidade do sono, embora as evidências ainda sejam limitadas e não haja comparações diretas com os efeitos do chá verde tradicional.
Enquanto o matcha apresenta potencial nutricional, pesquisas mais robustas são necessárias para confirmar seus benefícios exclusivos. O chá verde, por sua vez, já tem comprovados efeitos positivos, como melhora na memória, redução do colesterol e auxílio no controle de peso. A diferença no processamento—enquanto o matcha utiliza a folha inteira, o chá verde é infundido em água—pode influenciar na concentração de nutrientes, mas ainda não está claro se isso se traduz em vantagens significativas para a saúde.
Apesar do entusiasmo em torno do matcha, especialistas recomendam moderação, especialmente quando consumido em produtos com altos teores de açúcar e gordura, que podem neutralizar seus possíveis benefícios. Para quem busca alternativas, o chá verde permanece uma opção acessível e bem estudada. A escolha entre os dois pode depender da preferência pessoal, mas ambos oferecem compostos valiosos para uma dieta equilibrada.