O presidente francês, Emmanuel Macron, sugeriu uma trégua de um mês na Ucrânia, abrangendo ataques aéreos, marítimos e a infraestrutura crítica. A proposta visa possibilitar um período de cessação de hostilidades, permitindo a construção de um cenário para negociações de paz. No entanto, essa ideia gerou discussões sobre sua viabilidade e sobre o papel da Europa no conflito com a Rússia.
O ministro da Defesa britânico, Luke Pollard, respondeu a relatos sobre o apoio oficial do Reino Unido à proposta francesa, desmentindo qualquer acordo formal. Segundo Pollard, não houve uma definição concreta sobre os termos de uma trégua e, portanto, ele não reconhece a proposta divulgada pelo governo francês. O ministro ressaltou a colaboração contínua entre o Reino Unido, a França e seus aliados europeus para buscar uma solução que favoreça a paz duradoura na região.
Pollard também destacou que, neste momento, a divulgação de detalhes de qualquer plano seria prejudicial, principalmente para os interesses ocidentais, já que, segundo ele, apenas o presidente russo se beneficiaria dessa informação antes de um acordo oficial ser alcançado. Isso reflete a complexidade das negociações e a cautela necessária para evitar fortalecer a posição adversária.