As lesões musculares, especialmente nas coxas, tornaram-se uma constante no futebol da Premier League, com jogadores sendo afastados por longos períodos devido a essas contusões. Esse tipo de lesão ocorre frequentemente em um calendário cada vez mais apertado, mas a pressão de jogos contínuos não é o único fator que desafia os departamentos médicos. O aumento de lesões musculares nas coxas reflete a sobrecarga aos músculos dos atletas, que estão sendo exigidos além de seus limites físicos.
Embora a quantidade de lesões não tenha aumentado significativamente, a percepção de que elas são mais comuns pode estar ligada ao número de jogadores de destaque que ficaram de fora por causa dessas contusões, como Bukayo Saka e Kai Havertz. Dados coletados até a 26ª rodada da temporada atual indicam que 24% das 418 lesões registradas foram nas coxas, uma leve redução em relação a 26% das 457 lesões do mesmo período na temporada passada.
O cenário gerou discussões sobre a necessidade de ajustes na programação dos campeonatos e no treinamento físico dos jogadores. A demanda crescente por mais jogos, aliada à falta de tempo de recuperação adequado, está colocando os jogadores em risco de lesões mais graves, com implicações para o desempenho das equipes e para a saúde dos atletas.