Alunos da Escola Estadual de Educação Profissional Paulo Petrola, em Fortaleza (CE), denunciaram a presença de larvas na merenda escolar servida na última quarta-feira (26). De acordo com relatos de pais e estudantes, os insetos foram encontrados em carne de porco de aparência esverdeada, e há alegações de que mais de um prato estava contaminado. A situação levantou preocupações sobre as condições de alimentação na escola, com relatos de alunos que frequentemente apresentam dores de barriga e náuseas após as refeições. Além disso, a falta de um refeitório adequado força os estudantes a comerem em áreas compartilhadas com pombos.
Em resposta às denúncias, a Secretaria da Educação (Seduc) afirmou que técnicos visitaram a unidade para investigar o caso e que todos os produtos foram substituídos. A empresa responsável pela merenda foi notificada, e a Superintendência das Escolas Estaduais de Fortaleza (Sefor) 1 está acompanhando o desdobramento. A pasta garantiu que medidas foram tomadas para evitar novos incidentes, mas a comunidade escolar continua cobrando melhorias no serviço de alimentação.
O caso não é isolado: em maio de 2022, uma situação semelhante foi registrada em uma escola profissional de Caucaia, onde uma aluna passou mal após consumir a merenda. Os episódios reforçam a necessidade de maior fiscalização e qualidade nos alimentos servidos nas instituições de ensino públicas.