Funcionários de supermercados têm relatado crescentes prejuízos devido a furtos, que têm gerado grandes perdas para os estabelecimentos. Em um incidente recente, uma gerente de turno observou um homem agindo de forma suspeita em um corredor de produtos domésticos em uma loja Tesco Express. O suspeito, aproveitando-se da ausência de segurança reforçada, rapidamente retirou produtos das prateleiras e os colocou em uma bolsa antes de deixar o local. Esse tipo de crime tem se tornado cada vez mais frequente, com lojas enfrentando dificuldades para lidar com a situação.
Por outro lado, indivíduos que praticam esses furtos apontam a alta no custo de vida como uma das principais razões para suas ações. De acordo com relatos de alguns deles, a pressão econômica e a dificuldade em atender às necessidades básicas têm levado a um aumento no número de crimes em estabelecimentos comerciais. Embora haja uma compreensão da ilegalidade dessas práticas, muitos acreditam que os altos custos de alimentos, transporte e moradia têm impactado sua decisão de recorrer a furtos.
A situação gerou um debate sobre a relação entre as dificuldades econômicas e o aumento da criminalidade em lojas. Especialistas sugerem que, embora a alta no custo de vida seja uma variável importante, também é necessário implementar estratégias de prevenção, como o reforço da segurança e o apoio a programas sociais, para combater a crescente onda de furtos e garantir que os lojistas e os consumidores se sintam seguros em seus ambientes de compra.