O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia foi preso em São Paulo no dia 28 de fevereiro, acusado de envolvimento em crimes como organização criminosa e corrupção passiva. A prisão decorre de condenações que somam mais de 70 anos, incluindo a Operação Dominó, que resultou em diversas ações penais. Após sua prisão, o réu foi internado em um hospital na capital paulista, onde permanece sob escolta policial.
A defesa do ex-deputado solicitou que ele cumprisse a pena em prisão domiciliar, apresentando como justificativas seu estado de saúde delicado e a idade avançada. Contudo, o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) negou o pedido, destacando que o réu tem uma longa história de fugas, com 20 anos foragido, e que existem múltiplos mandados de prisão em seu nome. A decisão também apontou que a prisão domiciliar não seria uma medida proporcional nem adequada, diante das circunstâncias legais do caso.
Apesar da negativa quanto à prisão domiciliar, a Justiça permitiu que o réu permanecesse no hospital até sua alta médica, com a condição de escolta policial contínua. A decisão busca equilibrar a necessidade de tratamento médico com a segurança e o cumprimento da pena, garantindo que o ex-deputado seja monitorado durante seu período de recuperação.