A Justiça de São Paulo formalizou, em 17 de março de 2025, a acusação contra seis suspeitos envolvidos na morte de um empresário, ocorrido no Aeroporto de Guarulhos, em novembro de 2024. O crime também resultou na morte de um motorista de aplicativo, que estava presente no local. Os acusados enfrentam as charges de homicídio qualificado, e as investigações revelaram que o crime foi cometido de forma brutal e em plena luz do dia, o que gerou um grande impacto na segurança pública, considerando o local de grande movimentação de pessoas.
Entre os envolvidos, destacam-se membros de uma organização criminosa, com fortes indícios de que o crime foi orquestrado por líderes dessa facção. A decisão judicial ressaltou o uso de armas de grande poder destrutivo, o que agravou a gravidade do caso. O juiz responsável pela sentença também determinou a prisão preventiva dos acusados, três dos quais seguem foragidos, enquanto os outros permanecem detidos no Presídio Militar Romão Gomes.
O empresário assassinado havia sido delator em um processo de colaboração com o Ministério Público, no qual forneceu informações sobre esquemas ilícitos ligados à facção criminosa, incluindo corrupção policial e lavagem de dinheiro. Sua morte ocorreu após ele comprometer-se a revelar detalhes sobre a estrutura e operações da organização criminosa, o que levanta questões sobre o impacto de sua delação e os riscos envolvidos para aqueles que se envolvem em processos semelhantes.