O juiz responsável pela disputa judicial entre duas figuras públicas atendeu grande parte do pedido de uma das partes para ampliar a ordem de proteção no caso, com o objetivo de evitar a divulgação de informações sensíveis, como registros médicos e segredos comerciais. A decisão foi tomada devido à natureza sensível e de alto perfil do caso, que envolve alegações de assédio e retaliação. O magistrado reconheceu que informações confidenciais podem ser expostas de forma prejudicial através da mídia ou fofocas, e determinou medidas rigorosas para proteger dados pessoais e comerciais.
A atriz envolvida no processo solicitou uma ordem de proteção mais restritiva, citando preocupações com a privacidade de terceiros e o risco de vazamento de informações que poderiam prejudicar a segurança de indivíduos envolvidos. A defesa, por outro lado, argumentou que as restrições adicionais seriam excessivas, com o foco na preservação de provas que pudessem afetar negativamente a imagem da atriz. No entanto, o juiz concordou que algumas informações, como dados médicos e detalhes de segurança pessoal, necessitavam de proteção adicional.
Além disso, a equipe de defesa também questionou a abrangência de intimações emitidas pela atriz para obter registros privados de comunicação de seu oponente, considerando-as excessivas. O juiz determinou que apenas os registros estritamente necessários para o caso seriam permitidos, levando em conta a necessidade de preservar a privacidade das partes envolvidas. A decisão, portanto, reflete o equilíbrio entre a proteção da privacidade e o direito à descoberta de provas relevantes no contexto da disputa legal.