O primeiro-ministro de Israel reafirmou a disposição do país em agir militarmente no Líbano contra qualquer ameaça, em um comunicado divulgado nesta sexta-feira. O líder destacou que a “equação mudou” e que ataques, mesmo esporádicos, não serão mais tolerados. A declaração ocorreu após um ataque israelense em Beirute, o primeiro desde o cessar-fogo acordado em novembro com o Hezbollah, que foi confirmado por testemunhas no local.
O objetivo declarado é garantir o retorno seguro dos moradores do norte de Israel, que deixaram a região devido aos ataques do grupo libanês. O premiê afirmou que a situação anterior ao dia 7 de outubro não se repetirá, enfatizando a determinação em assegurar a segurança dos cidadãos. A ação militar foi justificada como uma medida para impor o fim das hostilidades na área.
O ataque a Beirute marcou uma escalada nas tensões, com relatos de explosões e fumaça na região alvo. Apesar disso, o governo israelense insistiu que continuará a agir para proteger seus civis e evitar novos conflitos. A situação permanece sob observação, enquanto as autoridades buscam estabilizar a região.