A agenda econômica desta sexta-feira (28) concentrou-se em dados cruciais para o Brasil e os Estados Unidos. No cenário doméstico, destacaram-se a divulgação do IGP-M de março, a taxa de desemprego de fevereiro e o Caged, que mede o emprego formal. Enquanto isso, nos EUA, o Índice PCE e a confiança do consumidor trouxeram insights sobre inflação e consumo. A Zona do Euro também contribuiu com dados de confiança, enquanto o mercado permaneceu atento a possíveis sobretaxas impostas pelos EUA a produtos brasileiros, o que poderia impactar significativamente as exportações.
No plano internacional, as tensões comerciais ganharam destaque após o anúncio de tarifas sobre veículos importados pelos EUA, provocando reações de países como Japão, Coreia do Sul e México. Enquanto isso, o FMI confirmou um empréstimo de US$ 20 bilhões para a Argentina, e o Congresso brasileiro enviou ao Planalto a Lei Orçamentária de 2025, que prevê cortes no Bolsa Família. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, manteve otimismo sobre o crescimento do PIB, mesmo com a revisão para baixo pelo Banco Central.
Na esfera política, a COP30 foi tema de discussões, com ênfase na necessidade de compromissos concretos para o clima. A primeira-dama participou de uma cúpula em Paris, defendendo cooperação internacional contra a fome. Enquanto isso, aliados de um ex-presidente avaliaram estratégias eleitorais para 2026, e uma deputada reagiu a críticas sobre seu papel nas eleições passadas. O cenário econômico e político segue em evolução, com desdobramentos que exigem atenção contínua.